Domingo, 10 de Outubro de 2010

É indubitável que a saga Star Wars é um marco cinematográfico. Agora o porquê desta afirmação? Por vezes surgem filmes que têm uma capacidade extraordinária de nos fazer sonhar, de nos conseguir transpor para outros mundos. Há filmes que nos conseguem encher de fantasia, que são meramente utópicos, mas a utopia com que somos assaltados é coerente, é mágica, faz-nos querer pertencer a esse novo ambiente.

 

 

Por algum motivo Star Wars se torna num dos épicos mais badalados da história do cinema, é a sua imponência, é a sua originalidade, são os seus métodos inovadores, e como nos sentimos infantis perante tal acontecimento. É nisto que Star Wars é bem sucedido, na maneira como cria personagens carismáticas, épicas, como avança com uma postura preponderante na nossa imaginação. George Lucas criou uma saga épica, uma epopeia inesquecível e o filme que eu visualizei (e não foi a primeira vez que o vi, mas sim a primeira vez que me disponibilizei a escrever sobre ele) trata-se de um dos episódios mais mediáticos, talvez seja aquele que nos deixa mais na expectativa.

 

 

 O seu final é arrebatador, frenético e intenso. O filme que nós desejamos que nunca acabe, que tem os seus grandes momentos, momentos que nos deixaram boquiabertos a primeira vez que os testemunhámos, o filme que mais nos surpreende. É interessante descobrir o mestre Yoda e todo o labirinto que este filme representa, aquilo que nos propõe a conhecer de novo, a desdobrar a teia. É um filme com cenas únicas, grandiosas, emotivas, excepcionais.

 

 

 E tal como a restante saga teremos que distinguir Star Wars de um filme sensacionalista. Claro que são filmes que sobrevivem devido ao seu sensacionalismo, como são sublimes, mas no entanto não se pode aglutinar esse género a este épico. O que se passa é que Star Wars vive de um sensacionalismo mais requintado, mais conservado, mais harmonioso. São filmes que não se baseiam somente no espectáculo, têm uma base sólida para se assentarem.

 

 

A acção e os efeitos especiais, apesar de serem primorosos não bastam para fazerem deste filme uma obra-prima da ficção científica. Star Wars é muito mais, é um momento inesquecível. São filmes que nos deixam agarrados onde nós estamos, que nos fazem desejar por mais. São obras muito bem elaboradas e Episode V não é diferente, apesar de parecer talvez o filme que eu menos tenha amado, não se traduz que o considere digno de menos excelência.

 

 

publicado por Pedro Emanuel Cabeleira às 19:05

De Jorge a 11 de Outubro de 2010 às 12:36
Um filme e uma saga magníficas, intemporais, que irão para sempre influenciar cineastas, actores, o público e a enorme legião de fãs que possui. É isso tudo que dizes, não há muito mais a dizer, ou por outra há tanto mais a dizer que até se esgotam as palavras :P

Pessoalmente prefiro, e que me perdoem os fãs, a segunda trilogia, a mais recente. Os efeitos especiais adquirem uma verosimilhança por demais evidente e credível. Mas a primeira haverá de ser sempre aquele mito. E desta este "O Império Contra-Ataca" é o que gosto mais, sendo o último o pior.

abraço

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